"As pessoas que ganham a vida com esforço e rezam escondidas, como você e eu, improvisam o melhor possível entre as panelas e os lençóis, aproveitando o que se tem à mão, sem pensar muito no assunto e sem muita pompa, agradecidas pelos dentes que restam e pela sorte imensa de ter a quem abraçar" (Isabel Allende)
sábado, 30 de julho de 2011
Os meus Clássicos
Aproveitando a época dos morangos bons e baratos, hoje fiz geléia de morangos.
Gosto bastante de agradar quem me agrada e quem me ajuda de alguma forma especial, por exemplo, o amigo que cuidou dos meus 3 cães enquanto eu viajava - isso é uma daquelas coisas impagáveis!
Um bolinho de chocolate e um potinho de geléia fresquinha artesanal espero que ilustrem um pouco da minha gratidão!
Todos os anos, nessa época, faço uma baldada de geléia de morangos! Adoro, porque é natural e não fica muito doce, como algumas que a gente compra, além do mais dura um bom tempo.
Aprendi com uma canadense para a qual trabalhei por 3 meses, uma fórmula bem legal de fazer geléias, e das que eu conhecia, essa é a maneira que eu mais uso e mais gosto do resultado, que é assim:
Para cada 500g de frutas, utilize 350g de açúcar- eu costumo reduzir o açúcar, no caso dos morangos
Lave as frutas, corte a seu prazer e misture o açúcar, envolvendo bem os pedacinhos de frutas.
Tampe e deixe por pelo menos 4 horas, fora da geladeira.
Leve ao fogo numa panela pesada, de ferro, ou fundo triplo, (ou a que vc quiser!) em fogo médio até que levante fervura, daí abaixe o fogo, mexa com uma colher de pau e use uma escumadeira, pra ir retirando a espuma que vai se juntando.
Não costumo falar em tempo de cozimento, porque isso varia conforme a panela que vc estiver usando, o tipo do seu fogão, e tantas outras coisas...mas você vai perceber que o açúcar está bem cozido, uniformew e reduzido. A geléia fica brilhante, com a cor bem viva da fruta e muito perfumada.
Na de morango, eu gosto de pôr alecrim fresco no final, suave, um pouquinho e baunilha de verdade, sim...as favas!!Fica ótimo!
Lave os vidros que você vai guardar sua geléia e passe água fervendo neles. Seque bem e preencha-os com a geléia ainda quente. Não tampe até que a sua geléia deliciosa esteja totalmente fria. Divirta-se!!
Os clássicos são adoráveis.
Gosto bastante de agradar quem me agrada e quem me ajuda de alguma forma especial, por exemplo, o amigo que cuidou dos meus 3 cães enquanto eu viajava - isso é uma daquelas coisas impagáveis!
Um bolinho de chocolate e um potinho de geléia fresquinha artesanal espero que ilustrem um pouco da minha gratidão!
Todos os anos, nessa época, faço uma baldada de geléia de morangos! Adoro, porque é natural e não fica muito doce, como algumas que a gente compra, além do mais dura um bom tempo.
Aprendi com uma canadense para a qual trabalhei por 3 meses, uma fórmula bem legal de fazer geléias, e das que eu conhecia, essa é a maneira que eu mais uso e mais gosto do resultado, que é assim:
Para cada 500g de frutas, utilize 350g de açúcar- eu costumo reduzir o açúcar, no caso dos morangos
Lave as frutas, corte a seu prazer e misture o açúcar, envolvendo bem os pedacinhos de frutas.
Tampe e deixe por pelo menos 4 horas, fora da geladeira.
Leve ao fogo numa panela pesada, de ferro, ou fundo triplo, (ou a que vc quiser!) em fogo médio até que levante fervura, daí abaixe o fogo, mexa com uma colher de pau e use uma escumadeira, pra ir retirando a espuma que vai se juntando.
Não costumo falar em tempo de cozimento, porque isso varia conforme a panela que vc estiver usando, o tipo do seu fogão, e tantas outras coisas...mas você vai perceber que o açúcar está bem cozido, uniformew e reduzido. A geléia fica brilhante, com a cor bem viva da fruta e muito perfumada.
Na de morango, eu gosto de pôr alecrim fresco no final, suave, um pouquinho e baunilha de verdade, sim...as favas!!Fica ótimo!
Lave os vidros que você vai guardar sua geléia e passe água fervendo neles. Seque bem e preencha-os com a geléia ainda quente. Não tampe até que a sua geléia deliciosa esteja totalmente fria. Divirta-se!!
Os clássicos são adoráveis.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Bolos sem ovos!!
Andei remexendo aqui na estante e achei um livrinho dos Hare Krishna, que tenho há uns 10 anos...comprei em São Paulo, no farol da Oscar Freire com a Rebouças, um dia, indo trabalhar.
E nunca fiz nenhuma receita dele!
Sempre simpatizei com os hare krishna!!
Hoje resolvi usar o livro e fiz uma receitinha fácil de "Bolo de Goiabada", com uma goiabada cascão em caixa, que trouxe lá da Cidade Ocidental- GO (coisa fina, sinhá, que ninguém mais acha!!), mais especificamente dos Mesquita, que é uma comunidade remanescente de quilombos, quando estive por lá a trabalho.
O bolo é barato e facinho de fazer, mas não é um primor de delicioso, não...é gostosinho, sim e só.
Mas é bemmm fácil:
1xíc. de farinha de trigo
4 colheres de chá de feremento em pó
2 colheres de sopa de iogurte ou leite de soja - fiz com iogurte
3 colheres de sopa de óleo de arroz, milho ou girassol - fiz com girassol
1/2 xíc de açúcar
1 xíc de leite
1/2 xíc de goibada picada
Para Fazer:
1. Peneire e misture todos os ingredientes secos;
2. Junte os molhados e misture com uma colher de pau;
3. Adicione os cubinhos de goiabada - passe-os na farinha de trigo, e retire o excesso para acrescentar à mistura - e mexa delicadamente;
4. Leve ao forno quente por cerca de 25 minutos, em assadeira untada com manteiga sem sal e farinha;
5. Para cortar, espere que esfrie completamente.
Eu polvilhei com açúcar impalpável e um tiquin de canela, pra ver se melhorava a carinha dele...e você pode também substituir a goibada por marmelada, doce de laranja e outros doces do tipo.
É bom pq é rápido, baratinho e não faz muita sujeira...mas tem bastante espaço pra melhorar!!
E nunca fiz nenhuma receita dele!
Sempre simpatizei com os hare krishna!!
Hoje resolvi usar o livro e fiz uma receitinha fácil de "Bolo de Goiabada", com uma goiabada cascão em caixa, que trouxe lá da Cidade Ocidental- GO (coisa fina, sinhá, que ninguém mais acha!!), mais especificamente dos Mesquita, que é uma comunidade remanescente de quilombos, quando estive por lá a trabalho.
O bolo é barato e facinho de fazer, mas não é um primor de delicioso, não...é gostosinho, sim e só.
Mas é bemmm fácil:
1xíc. de farinha de trigo
4 colheres de chá de feremento em pó
2 colheres de sopa de iogurte ou leite de soja - fiz com iogurte
3 colheres de sopa de óleo de arroz, milho ou girassol - fiz com girassol
1/2 xíc de açúcar
1 xíc de leite
1/2 xíc de goibada picada
Para Fazer:
1. Peneire e misture todos os ingredientes secos;
2. Junte os molhados e misture com uma colher de pau;
3. Adicione os cubinhos de goiabada - passe-os na farinha de trigo, e retire o excesso para acrescentar à mistura - e mexa delicadamente;
4. Leve ao forno quente por cerca de 25 minutos, em assadeira untada com manteiga sem sal e farinha;
5. Para cortar, espere que esfrie completamente.
Eu polvilhei com açúcar impalpável e um tiquin de canela, pra ver se melhorava a carinha dele...e você pode também substituir a goibada por marmelada, doce de laranja e outros doces do tipo.
É bom pq é rápido, baratinho e não faz muita sujeira...mas tem bastante espaço pra melhorar!!
Minha primeira vez...
Num "blog".
Isso aqui é mais um diário, que talvez nem seja assim, realmente diário, de uma cozinheira que, profissionalmente não está cozinhando e que adora cozinhar.
Eu.
Me deu vontade de compartilhar algumas aventuras alimentícias nas quais me meto em casa, na casa dos amigos e até no trabalho, apesar de não estar cozinhando como principal atividade diária, orbito o fantástico e complexo mundo da alimentação em diferentes vertentes: como consultora organizacional de um restaurante árabe pequeno, como pesquisadora de ingredientes regionais na alimentação escolar e também criando receitas com ingredientes do cerrado para um provável futuro buffet.
Moro quase em Brasília, sim, porque fica há uns 20 e poucos km do plano piloto, num condomínio rural.
Nascida e crescida em São Paulo - Capital, sempre inconformada em não ver estrelas no céu ou em não ter árvores em volta nem silêncio, vim pra cá trabalhar a convite de um empresário, como chef de um restaurante italiano. A ideia, o layout, a cozinha, o cardápio, o nome, logo, seleção de pessoal, proposta de identidade e tudo o mais que é fazer um restaurante, fui eu que fiz. E ficou simpático!!Se considerarmos os recursos que eu dispunha, principalmente!Isso faz quase 5 anos...o restaurante se foi e eu fui ficando, querendo ir embora e fiquei.
Pelo menos até aqui.
Em São Paulo, recheei meu currículo com Fasanos, Alex Atalas, Laurents, Ericks Jacquins quando eles ainda não eram moda -entre outros menos populares no metiê da Alta Gastronomia. Aliás, esse termo não me agrada...rsrs.
Com 12 anos de panelas e frigideiras, me chamo de cozinheira.
Uma vez, uma "amiga doutora" me perguntou assim: "Cozinheira??? Não tem nome mais bonito, não, pra sua profissão??"
Ela e tantas outras pessoas espantadas comigo cozinheira que me fazem rir e lamentar..mais rir, é claro..kkk!!
Portanto, Sim, cozinheira, sim! Orgulhosamente.
Já é muito e ainda tem tantas outras coisas nessa vida!
Mas, rapidamente apresentada agora, vamos ver se dou conta do que é ter um blog!!
Isso aqui é mais um diário, que talvez nem seja assim, realmente diário, de uma cozinheira que, profissionalmente não está cozinhando e que adora cozinhar.
Eu.
Me deu vontade de compartilhar algumas aventuras alimentícias nas quais me meto em casa, na casa dos amigos e até no trabalho, apesar de não estar cozinhando como principal atividade diária, orbito o fantástico e complexo mundo da alimentação em diferentes vertentes: como consultora organizacional de um restaurante árabe pequeno, como pesquisadora de ingredientes regionais na alimentação escolar e também criando receitas com ingredientes do cerrado para um provável futuro buffet.
Moro quase em Brasília, sim, porque fica há uns 20 e poucos km do plano piloto, num condomínio rural.
Nascida e crescida em São Paulo - Capital, sempre inconformada em não ver estrelas no céu ou em não ter árvores em volta nem silêncio, vim pra cá trabalhar a convite de um empresário, como chef de um restaurante italiano. A ideia, o layout, a cozinha, o cardápio, o nome, logo, seleção de pessoal, proposta de identidade e tudo o mais que é fazer um restaurante, fui eu que fiz. E ficou simpático!!Se considerarmos os recursos que eu dispunha, principalmente!Isso faz quase 5 anos...o restaurante se foi e eu fui ficando, querendo ir embora e fiquei.
Pelo menos até aqui.
Em São Paulo, recheei meu currículo com Fasanos, Alex Atalas, Laurents, Ericks Jacquins quando eles ainda não eram moda -entre outros menos populares no metiê da Alta Gastronomia. Aliás, esse termo não me agrada...rsrs.
Com 12 anos de panelas e frigideiras, me chamo de cozinheira.
Uma vez, uma "amiga doutora" me perguntou assim: "Cozinheira??? Não tem nome mais bonito, não, pra sua profissão??"
Ela e tantas outras pessoas espantadas comigo cozinheira que me fazem rir e lamentar..mais rir, é claro..kkk!!
Portanto, Sim, cozinheira, sim! Orgulhosamente.
Já é muito e ainda tem tantas outras coisas nessa vida!
Mas, rapidamente apresentada agora, vamos ver se dou conta do que é ter um blog!!
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