Laranja, acerola, banana e gengibre
Sem açúcar, se a sua laranja estiver muito ácida, daí até convém colocar um pouquinho de açúcar, senão nem precisa!
Esprema as laranjas, como sempre fez.
No copo do liquidificador, desembale a polpa de acerola, 1 polpa para 8 laranjas, foi o que usei e uma banana nanica.
Bata a polpa de acerola com a laranja até que ela se dissolva e se derreta, daí você põe a banana cortada em 3 ou 4 pedaços, com as mãoes, mesmo! E por último o gengibre, pouquinho, senão ele domina o sabor de todo mundo aí!
Deixe bater até que esteja bem homogêneo e cremoso.
Sirva num copo bonito e divirta-se experimentando o gosto desse Brasilzão.
"As pessoas que ganham a vida com esforço e rezam escondidas, como você e eu, improvisam o melhor possível entre as panelas e os lençóis, aproveitando o que se tem à mão, sem pensar muito no assunto e sem muita pompa, agradecidas pelos dentes que restam e pela sorte imensa de ter a quem abraçar" (Isabel Allende)
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Sucos de frutas diversas e deliciosas
Suco de Cajá com banana e mascavo
Para cada polpa pequena, 1 Banana nanica, 1 colher de açúcar mascavo e 1 copo de água.
Gengibre raladinho também vai bem aí.
Bata tudo no liquidificador, beba com alegria e agradeça pela diversidade de frutas que podemos ter em casa, na fruteira ou na geladeira sempre.
Prove das mais diferentes, permita-se novos sabores e experiências de paladar.
Amplia os horizontes!

Feliz Primavera cheia de sabores, cores e flores!
Para cada polpa pequena, 1 Banana nanica, 1 colher de açúcar mascavo e 1 copo de água.
Gengibre raladinho também vai bem aí.
Bata tudo no liquidificador, beba com alegria e agradeça pela diversidade de frutas que podemos ter em casa, na fruteira ou na geladeira sempre.
Prove das mais diferentes, permita-se novos sabores e experiências de paladar.
Amplia os horizontes!
Feliz Primavera cheia de sabores, cores e flores!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Moqueca de Caju tem gosto de...
Meu vô sempre gosta de contar a exímia cozinheira que foi a minha vó: que ela ia comer em restaurantes e quando gostava da comida, tentava reproduzir em casa o preparo até que ficasse igual. Mas ele adora dizer que sempre ficava melhor a dela que a do restaurante!
Eu sou bem suspeita pra falar, porque associo a minha paixão pela cozinha a ela, D. Augusta, minha vó. E principalmente porque adorava a comida dela e tudo o que envolvia o prato na mesa, a hora das refeições: a feira, o mercado, o pré- preparo, os talheres, a louça sobre a toalha, as pessoas chegando alegres...Ela sempre me pedia pra arrumar a mesa, já que eu era pequena e não podia fazer muito mais que isso! Eu a do ra va arrumar a mesa!! Me sentia parte importante do processo. E fazia com esmero!! Sem frescura, mas com capricho.
Comi em Pirenópolis, mais especificamente na casa do Seu Geraldo, preparada pela mulher dele, uma moqueca de caju de li ci osa que não saiu da minha cabeça, ou melhor das minhas papilas!!
Acabei de fazer e ficou melhor que aquela que comi lá!!
Não!! Não, minto. Involuntariamente minto!! Me engano, na verdade. Tão boa quanto, mas de maneiras diferentes.
Aquela primeira, da Cida, esposa do Seu Geraldo, teve a mágica e o encantamento de ser a primeira - e isso tem bem seu valor: um mérito que nehuma outra moqueca de caju poderá tirar!!!
E a minha? A minha tem gostinho de segurança, de surpresa boa, de conforto, de lembrança dos tempos em que eu só punha a mesa, queria mexer nas panelas, mas ainda não podia.
Receitinha!!
Alguns cajus
Cebola picadinha
Alho
Sal
Leite de coco
Cheiro verde fresco
Caldo de peixe- opcional
Pra Fazer:
1. Retire as extremidades dos cajus e esprema cada um deles carinhosmente com as suas mãos, reserve o suco (pra fazer uma sakerinha enquanto cozinha!Ou qualquer outra coisa- não recomendo usar na moqueca, fica muito doce) e corte os cajus à sua maneira;
2. Aqueça uma frigideira da sua confiança, deite o dendê, seguido do azeite de oliva;
3. Refogue a cebola e olaho picadinhos bem miúdo, as pimentas também;
4. Entre com o caju e salteie na frigideira amiga até dourar;
5. Essa é a hora do tomate! Coloque e puxe até que levante fervura;
6. Acrescente o leite de coco e deixe reduzir por uns minutos. Prove, veja se está bom de sal, se está gostoso - se não estiver, pergunte à sua língua o que falta e a obedeça, por favor.
7. Termine salpicando o cheiro verde.
Eu comi com arroz japonês e sardinhas fritas empanadas no fubá e ficou muito bom!!
Também deve funcionar como entrada, distrai dentes com beiju de tapioca...
Eu sou bem suspeita pra falar, porque associo a minha paixão pela cozinha a ela, D. Augusta, minha vó. E principalmente porque adorava a comida dela e tudo o que envolvia o prato na mesa, a hora das refeições: a feira, o mercado, o pré- preparo, os talheres, a louça sobre a toalha, as pessoas chegando alegres...Ela sempre me pedia pra arrumar a mesa, já que eu era pequena e não podia fazer muito mais que isso! Eu a do ra va arrumar a mesa!! Me sentia parte importante do processo. E fazia com esmero!! Sem frescura, mas com capricho.
Comi em Pirenópolis, mais especificamente na casa do Seu Geraldo, preparada pela mulher dele, uma moqueca de caju de li ci osa que não saiu da minha cabeça, ou melhor das minhas papilas!!
Acabei de fazer e ficou melhor que aquela que comi lá!!
Não!! Não, minto. Involuntariamente minto!! Me engano, na verdade. Tão boa quanto, mas de maneiras diferentes.
Aquela primeira, da Cida, esposa do Seu Geraldo, teve a mágica e o encantamento de ser a primeira - e isso tem bem seu valor: um mérito que nehuma outra moqueca de caju poderá tirar!!!
E a minha? A minha tem gostinho de segurança, de surpresa boa, de conforto, de lembrança dos tempos em que eu só punha a mesa, queria mexer nas panelas, mas ainda não podia.
Receitinha!!
Alguns cajus
Cebola picadinha
Alho
Azeite de dendê
Azeite de oliva
Pimenta dedo de moça fresca ou malagueta fresca - a malagueta arde mais e se você não quiser muita picância, retire as sementes. Ah, sim: lembre de fazer isso usando luvas descartáveis, afinal, nos olhos dos outros, não é refresco!
Tomate sem pele nem semente picadinho
Pimenta branca moída na horaSal
Leite de coco
Cheiro verde fresco
Caldo de peixe- opcional
Pra Fazer:
1. Retire as extremidades dos cajus e esprema cada um deles carinhosmente com as suas mãos, reserve o suco (pra fazer uma sakerinha enquanto cozinha!Ou qualquer outra coisa- não recomendo usar na moqueca, fica muito doce) e corte os cajus à sua maneira;
2. Aqueça uma frigideira da sua confiança, deite o dendê, seguido do azeite de oliva;
3. Refogue a cebola e olaho picadinhos bem miúdo, as pimentas também;
4. Entre com o caju e salteie na frigideira amiga até dourar;
5. Essa é a hora do tomate! Coloque e puxe até que levante fervura;
6. Acrescente o leite de coco e deixe reduzir por uns minutos. Prove, veja se está bom de sal, se está gostoso - se não estiver, pergunte à sua língua o que falta e a obedeça, por favor.
7. Termine salpicando o cheiro verde.
Eu comi com arroz japonês e sardinhas fritas empanadas no fubá e ficou muito bom!!
Também deve funcionar como entrada, distrai dentes com beiju de tapioca...
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
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